I atelier (de hardware) livre
29 de novembro de 2009 @ 21:00

nos dias 26 e 27 passados estivemos (des)organizando o I Atelier (de Hardware) Livre no SoLiSC 2009. antes de começar o diário de bordo: FOI INCRÍVEL!!!!!!! ;-)

partimos na quarta-feira, início da tarde com destino a floripa. minha pessoa, minha linda Gabi e os amigos Oriel e Roger. chegamos por volta das 16h e encontramos o pessoal da organização do SoLiSC e também o amigo Etienne. fomos para a casa brasil buscar sucatas. encontramos até um teclado cce e botões “estilozos” de máquinas caça-níquel. estávamos muito cansados. a montagem da instalação até começou mas tivemos que deixar para o outro dia. hotel. zzz.

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no primeiro dia do evento ficamos muito tempo tentando concluir a montagem da instalação. problemas. poucos lumens. piso encerado que não grudava nem fita isolante. o jeito foi instalar na parede. ficou legal. denovo salvos pela gambiarra. voltamos só no meio da tarde para o atelier. oriel estava já cercado pelo pessoal curioso para ver os cacarecos. começamos a arrumar os cacarecos. mesa. caixa. arduinos. fios. cabos. sucatas. componentes. vontade. união. colaboração. comunicação. lindo.

decidimos que no segundo dia a ordem era mandar ver com a galera. e foi. montamos sintetizadores com o arduino. instrumentos alternativos. robôzinho de percussão. hackeamos carrinhos de sucata. plugamos tudo na caixa acústica. barulho. música. o clima se resumia às pessoas passarem de curiosos para intérpretes. músicos. bricoleiros. hackers. a galera fazendo música para a galera. people 2 people. p2p tá ligado?!

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alguém chegava. olhava o código de um sequenciador em pd. “o que é isso?!”. “ahmmmm”. mexia. mudava. hackeava. e não era mais minha música. nem da gabi. nem do oriel. nem do roger. nem do eti. nem da carol. nem do daniel. nem do musa. era música de todos. arte de todos. saindo do lixo. de componentes baratos. de criatividade compartilhada. esse era o clima.

fizemos amigos incríveis. outros conhecemos pessoalmente. eti. carol, daniel. joão. gabriel. yara também compareceu. sempre. e a galera que não lembro o nome. só tenho a agradecer. vocês fizeram ser o que foi. de outro jeito não poderia ter sido.

e finalização com direito a festa. galera se reuniu na casa dos amigos do oriel. bruno. leo. galera toda gente finíssima. e foi um eletro-acústico-parado-pelo-vizinho-às-23 muito bom. só pra deixar na vontade de fazer denovo. pena que ninguém gravou :-(

foi isso. incrível. e que chegue janeiro para imergirmos todos aqui e aí. hackeando.

abrás!//////!!!!!

(daniel… valeu pelas ótimas fotos ;-) )

msst
18 de novembro de 2009 @ 00:20

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foi duca! ensaio, encontro, performance, imersão. galera que compareceu, só tenho uma coisa a dizer: incrível!! muito obrigado pela acolhida!

até a próxima!

Movimento dos Sem Satélite

Comunidade de artesãos de bits e volts, poetas humanistas, cientistas nômades, para onde estamos indo? Confio no pulso dos seus passos, nossa revolução é o próximo segundo e o desafio constante de não render-se ao conformismo de simplesmente entreter-se ou entreter, distraindo o fato de que vivemos além da história, dos muros, dos bancos, da semelhança dos corpos e suas consagüinidades. Queremos um ecossistema condizente com toda esta pirotecnia prometéica de um suposto ser vivo Sapiens, uma simbiose duradoura e enfim poder pensar em criar e imaginar outros espaços e formas para todo esse conhecimento que mantemos aceso nesta chama. Mas se ainda hoje nossos semelhantes marcham por um pedaço de chão para sobreviver, e alienam seus instintos mais criativos em busca de algum reconhecimento dentro de uma esmagadora cultura de consumo auto destrutivo, nos deparamos com a questão: qual o papel que nós aqui já alimentados e abrigados temos em pensar numa soberania e transmissão de conhecimentos que buscam reverter esta pulsão auto destrutiva da humanidade? A conjectura deste manifesto é em função de apontar uma faísca rachando no horizonte: Criaremos nosso primeiro satélite feito à mão e mandaremos ao espaço sideral entulhado de satélites industriais corporativos e governamentais. Será nosso satélite capaz de tornar nossas redes ainda mais autônomas? Ou o caminho é repensar toda atual estrutura de nossa tecnocracia e ciência a ponto de decidirmos estratégicamente um caminho totalmente diferente? Qual??Muito mais que cobaias da Tecnocracia! Sonhando e Dançando: marcham os Sem-Satélite…

English version__

“Computer Science is no more about computers than astronomy is about telescopes.
E. W. Dijkstra”

Hardware from scratch, Live coding, Biofeedback, reclaiming the streets, history of free software culture in a performance…

Singing open source code: dmesg > /dev/dsp  && my shell  had spit a byte chunk of a song…

Artisans of bits and volts, humanist poets, nomadic scientists – where are we going? I trust in the pulse of your steps, our revolution is the next second, and the constant challenge is not to surrender to the conformity of being entertained or entertaining: distracting the fact that we want to live beyond history, walls, banks, genetic similarity. We want an ecosystem that is worth of all this Prometheic pyrotechinic – this being, which is supposed to be Sapiens. Some intelligent symbiosis to keep this flame heating an harmonic environment.

But, if today we still looking at some of us marching for a piece of land to survive or alienating their most creative instincts in a desperate search for exist inside a culture of self-destructive consumption, we have to ask: What’s the role of those sheltered and fed in thinking about an autonomy in knowledge and information transmition for those efforts that wants revert this pulsion of humanity self-destructive greed?

The conjecture of this manifesto is inside a function pointing to a cracking sparkle at the horizon: The day we will be able to build our first handmade satellite and send it to this sidereal space wich is already full of corporative and governamental devices. Will our satellite be able to transform our networks in something more autonomous? Or we have to re-think all technocracy to reach that by a tottaly different path? How?

We’re more than technocracy guinea pigs!

Dreaming and dancing: the march of the Satelitteless..

mesa multitoque
2 de novembro de 2009 @ 20:21

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depois de pedidos furados, testes sem sucesso, falta de tempo$$$ e afins, hoje conseguimos terminar nosso primeiro protótipo de mesa multitoque. é uma mesa utilizando a técnica FTIR. simples. utilizamos LEDs infravermelhos da dealextreme. uma chapa de acrílico. papel manteiga. uma estrutura de madeira. a parte mais cara ficou por conta da câmera de playstation 3, a ps3 eye. e o projetor, só que esse é emprestado :-)

logo publicaremos um tutorial passo-a-passo no wiki.

sábado de sol no lab
1 de novembro de 2009 @ 01:22

sábado no musa lab. finalizando a mesa multitoque.

arduino severino + conversor serial/usb
27 de outubro de 2009 @ 14:34

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severino é uma das versões mais versáteis de arduino. estamos usando essa plaquinha em todas as oficinas. mais do que recomendada. porém, sempre vem a pergunta: “como vou usar no meu laptop?! ele não tem porta serial!”.

seria ótimo ter uma versão da severino com um conversor usb embarcado. paulo já prototipou um conversor utilizando mais um atmega8. existem algumas idéias rondando a comunidade, e creio que logo teremos uma versão usb da severino.

mas… enquanto essa solução não chega, uma alternativa fácil e prática é a utilização de um conversor serial/usb. procuramos um conversor baratinho e acabamos encontrando este na dealextreme por menos de 3 dólares! não é cobrado imposto de importação para valores baixos.

arduino severino + conversor usb/serial from Vilson Vieira on Vimeo.

basta plugar, iniciar o arduino e ver o severino ser reconhecido como uma  /dev/ttyUSBX da vida.

primeiros dias de oficinagem na udesc
25 de setembro de 2009 @ 01:37

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segunda-feira começou chuvosa mas calorosa na udesc. às 19h as 32 pessoas inscritas e mais um punhado de bons amigos estavam todos reunidos em um dos
laboratórios, querendo responder à pergunta “que negócio é esse de hardware livre?!”.

demos uma breve introdução à computação física e à arquitetura-comunidade-ide-linguagem-open-source arduino. e procurando não se alongar no bla-bla-bla, todos colocaram a mão na massa construindo seus severinos.

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acadêmicos dos cursos de engenharia mecânica, engenharia elétrica e ciência da computação se revesavam no uso do ferro de solda e das poucas ferramentas
para irem montando suas placas. colaboração e criatividade comendo solto! para a maioria era o primeiro contato com estas ferramentas.

mesmo assim, depois de 3h e poucos minutos, mais de 10 placas já estavam prontas. no segundo dia, gabi, ildomar, oriel, roger e outros amigos fizeram um multirão auxiliando o pessoal a concertar problemas nas placas. trilhas mal passadas geralmente. nada que uns jumpers não resolvam. oriel se encarregou da gravação do bootloader (logo mandamos um tutorial de como fazer, e os erros comuns que podem ocorrer, oriel enfrentou todos eles!) e o restante do pessoal se encarregou de terminar suas placas.

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no terceiro dia, ontem, oriel mostrou alguns circuitos básicos para todos e a partir de então foi deixar a imaginação rolar. as 32 pessoas estão
divididas em 8 grupos e a idéia agora é todos se ajudarem para no final termos projetos criativos surgindo do meio da sucata. cacareco novo de
cacareco velho.

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saldo até hoje: 32 pessoas, de diferente cursos, primeiro contato com
eletrônica para a maioria, e em pouco mais de 4h, a maioria das severinos
funcionando
.

segura aí que tem mais ;-)

II oficina de hardware livre na udesc
20 de agosto de 2009 @ 16:05

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em setembro. na udesc. expressão saindo do lixo eletrônico. quem estiver por perto que se arrisque.

cya!

I Festival Internacional de Robótica Livre
14 de junho de 2009 @ 01:14

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para quem estiver no FISL deste ano, não deixe de comparecer ao I Festival Internacional de Robótica Livre. é uma ótima oportunidade para participar de oficinas, olimpíadas e trocar uma idéia com o pessoal que está movimentando a cena de hardware livre no Brasil.

mais detalhes aqui.

nos encontramos lá!

drumnome 00
26 de março de 2009 @ 20:30

teste de piezoelétricos utilizando arduino e ardrumo. prototipando uma drum machine. mas a idéia agora é ficar independente de ardrumo, utilizando processing para o roteamento de mensagens MIDI para ableton live, chuck, garage band e companhia.

ps: o blog está parado, eu sei. ou melhor, não está mais. estava. no passado. agora é chuva de post e twitter pra vocês ;-)

iphone
9 de março de 2009 @ 14:43

testando o app wordpress no iphone.

parece ser muito legal.

carnaval
20 de fevereiro de 2009 @ 00:38

como todo bom mau brasileiro, vou colocar o pé no chão, a cabeça no vento e dê-lhe carnaval. sabe como é, aqui o ano termina em setembro e começa em março ;-)

na quarta-feira estou de volta. até lá. oleleô… :-)

minority report dj
16 de fevereiro de 2009 @ 01:12

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continuando as experiências com jmyron e processing, juntei the midibus à brincadeira. agora estou capturando os movimentos do led como se fosse um ponteiro que interage com objetos na tela. os objetos respondem enviando comandos midi para o ableton live. assim crio um mixer manipulável com as mãos. ou melhor, com os dedos. a la minority report.

falta melhorar o tracking dos movimentos e simular o clicar. estou pensando em usar as fiducial tags do projeto reactable em luvas. e simular o clique com um sensor de flexão no polegar, por exemplo. mas já deu pra ter o gostinho :-)

simplesMIDI
@ 00:43

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comecei a montar um controlador MIDI utilizando somente as entradas digitais e analógicas básicas do arduino. como minha criatividade para nomes é na base do foo, bar, baz, batizei o coitado de simplesMIDI.

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por enquanto são 6 potenciômetros. deixei espaço para mais 3 outros lineares. mas como o arduino só tem 6 entradas analógicas, para o resto funcionar só usando um multiplexador. a idéia é usar o simplesMIDI como protótipo para um controlador de verdade. um híbrido do akai apc-40, do monome e de outros módulos da machine collective.

assim que for finalizando ele, vou postando aqui. não percam :-P

migrando
15 de fevereiro de 2009 @ 15:33

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learning to travel. by firma. (cc)

não conseguia dormir. a insônia bateu. bateu também a vontade de migrar para o wordpress. estou sem tempo para corrigir bugs em blog engines exóticas. meu tempo está em função das artes, das interfaces tangíveis e da computação física.

portanto, agora o feed rss está corrigido. é só clicar no logozinho alí do seu browser e assinar mais um blog ao seu reader. mudei um pouco o design. deixei mostrar minha veia artística daltonística. que provavelmente só outros triclomatas anômalos irão gostar. paciência.

e prometo que vou garrar vergonha na cara. vai ser um post por dia. custe o que custar. agora deixa eu ir lá alimentar minha insônia que ela tá chamando.

na última noite um dj salvou minha vida
14 de fevereiro de 2009 @ 12:30

last-night

presentes sempre são bons. mas os entregues pelo carteiro são os melhores. principalmente quando são livros. e bons livros.

a nena é uma pessoinha que adoro e que sempre dá um jeito de me presentear. ela até tenta, mas geralmente acabo escolhindo os livros como agrados. dessa vez foi o last night a dj saved my life. começa na idade da pedra com christopher stone (até a história gosta de trocadilhos), passa pela cultura disco, raver e termina no culto aos djs (geralmente desnecessário) de hoje em dia.

para quem acha que música eletrônica é só tuts-tuts-tuts, mais de 400 páginas aqui pra ti.

processing + jmyron + ir pen
@ 12:26

será que é possível escrever crônicas sobre tecnologia? estou aqui pensando como vou falar pra vocês isso. geralmente quando escrevemos sobre como fazer isso ou aquilo com tecnologias, o texto fica mais para livro de culinária do que para uma coluna do veríssimo.

bem, mas a real é que estou mexendo, como já disse, com computação física. estou construindo sensores que captem o mundo físico e transformem em dados para o computador. dessa vez, estou captando a luz infravermelha emitida por um led e convertendo para coordenadas x e y. mas pra quê isso zé? a idéia é poder usar vários marcadores (isso, os leds) como se fossem ponteiros de mouse. e com eles, poder manipular qualquer objeto na tela.

claro que sou um cara modesto, então comecei com um só led. segui o que a maioria está fazendo e depois de cheirar solda (aliás, está se tornando um bom vício, recomendo) de madrugada, terminei com esta caneta.dsc01782

para capturar a imagem usei a câmera do macbook mesmo. a diferença é que envolvi ela com um papel de filme fotográfico. hein?! pois é, o papel filtra a luz, deixando passar só ir. enjambra, eu sei, mas funciona, assim como a sonegação de imposto.

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mas chega da parte física. como software uso a linguagem de programação processing em conjunto com o módulo jmyron que faz a detecção de globs parecer brincadeira.

agora não adianta, vai ter que ser na base da culinária. para brincar, instale a jmyron. se você usa macos x, faça o download desta libjmyron.jnilib e coloque-a em /Applications/Processing/libraries/JMyron/library/ porquê a original não funciona. foi compilada só para ppc. coisas da vida. depois é só misturar esta macarronada de código, levar ao forno e voilà! pintando no ar e colorindo a tela.

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mais na próxima receita. e com mais sal, eu prometo.

radiohead aí vou eu!
@ 12:15

radiohead-ingressos

acha que vou perder kraftwerk abrindo para thom yorke e companhia?! os caras têm mais de 60 anos cada um. se perder agora é never more, susy.

haha! eu vou! :-P

jackie brown
@ 12:10

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quem me conhece sabe que sou fissurado por cinema. e mais fissurado ainda por bons diretores. e mais ainda por quentin tarantino!

chegou hoje. enquanto estava mastigando mais um pastel frio. dvd edição de colecionador de um dos clássicos de tarantino. jackie brown.

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o encarte é ótimo. o dvd é duplo. cheio de extras. qualidade incrível para um produto que estava em um sebo catalogado nos links used da amazon.com.

ainda não assisti o segundo dvd. escrevo depois para dar meus pitacos.

começando a fisicar na computação
@ 11:56

alan desmontando o lcd

udesc abandonada. corredores e banheiros sujos. poucas almas vivas no departamento. e eu e alan no colméia desmontando um LCD para torná-lo multitoque.

assim começamos 2009 e os projetos ligados à physical computing. um projeto independente nosso que estamos documentando diariamente neste wiki.

a idéia da computação física é usar computadores para capturar sensações do mundo físico ou modificá-lo, através de sensores e atuadores. nós usamos o hardware livre arduino para isso. as áreas de aplicação são várias e muito diversificadas. dá para ter uma idéia aqui.

meu interesse é aplicacá-la à composição musical, criando controladores MIDI como o monome, utilizado pelo atualmente badalado DJ e produtor canadense deadmau5. e por outros projetos como one man nation e mormo.

para quem reclama que em computação tudo é muito abstrato… um pouco de computação física vai bem ;-)